sábado, 10 de novembro de 2012

Deusa Starla obriga sissie a voltar para o cinto

Um dos melhores vídeos da Rainha.
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Rainha Starla Fendom

Essa rainha merece destaque: a Deusa Starla é realmente dominadora e vive uma relação 24/7 com seu marido sissie Randy. Ela tem um site onde mostra um pouco da vida do casal.
Muitas fotos e vídeos dessa rainha com sua sissie podem ser vistos no site Yes, Mistress.
Uma das coisas mais interessantes nessa rainha é como ela domina apenas com o olhar e com a voz, aparentemente meiga. Os melhores vídeos são aqueles em que ela excita o escravo e depois o obriga a voltar para o cinto de castidade. Seu olhar de reprovação quando ele não consegue amolecer, os suspiros enquanto espera que isso aconteça são únicos e dignos de uma verdadeira Rainha e não uma atriz pornô se fazendo passar por uma.  Além disso, ela é linda.
Abaixo algumas fotos.








sábado, 13 de outubro de 2012

Tia Vanda – parte 28 – Felação

Todas nós deveríamos fazer os movimentos ensinados. Pela expressão do homem, Madame Pietra conseguiria saber quem estava fazendo direito e que precisava treinar mais.

Dali a instante chegou a vez de uma ruiva alta, de cabelos compridos, lábios vermelhos e sombrancelhas grossas. Chamava-se Stephanie e se recusou a praticar o exercício.

Madame Pietra chamou-a para perto de si.

- O que está acontecendo? – ela inquiriu.

- Eu sou escravo de uma senhora e não preciso aprender a chupar um homem. – argumentou Stephanie.

Madame olhou-a, divertida.

- Sua bobinha idiota! Por que acha que a sua senhora a matriculou aqui? Ela quer coloca-la para satisfazer as fantasias de seus amantes.

- Mas... mas ela não pode fazer isso. Nunca transei com um homem e não vou transar!

- Pode sim. Basta ela ordenar e você fará, pois é apaixonada por ela. Agora vá lá e chupe aquele pau antes que eu lhe dê dois ao invés de apenas um castigo!

Stephanie abaixou a cabeça e, resignada, foi cumprir a tarefa. Como ela foi malcriada, Madame foi particularmente rigorosa com ela e só deixou que terminasse depois do homem ter gozado.

sábado, 22 de setembro de 2012

Diário de uma sissie – parte 27 – Felação

Na manhã seguinte, Madame resolveu nos ensinar os segredos da felação.

- Da mesma forma que uma sissie pode, através da boca, dar prazer incomensurável a uma rainha, pode, também, levar ao paraíso seus senhores. Algumas rainhas inclusive acham que nada é mais humilhante que obrigar seu escravo a chupar o pau de um macho, mesmo que esse não seja um dominador. O grande segredo da felação é a forma como se chupa o órgão masculino. Algumas sissies só colocam o pênis na boca e movimentam a cabeça. Posso assegurar que isso dará pouco prazer ao seu dono. O correto é o tempo todo fazer sucção sobre a cabeça do pênis, como se estivessem mamando, como se estivessem tentando tirar leite dele. As minhas gêmeas vão mostrar isso a vocês.

Nisso entraram no palco as duas gêmeas trazendo nas mãos um homem musculoso, com um pênis enorme. Ele estava flácido, mas naquele estado já era possível perceber o tamanho que teria ereto. As gêmeas o colocaram em uma cadeira reclinada posicionada de forma que pudessem acompanhar seus movimentos.

- A primeira preocupação ao chupar um homem pela primeira vez, se assim for ordenado, é colocar a camisinha. É possível que o pênis esteja flácido, mas pode ser facilmente remediado segurando-o com a mão e fazendo movimentos para cima e para baixo. Quando estiver ereto, abram a embalagem e desenrolem um pouco a camisinha. Façam uma leve torção na ponta e coloquem na boca. Então coloquem a boca sobre a cabeça do pênis e desenrolem o resto usando os lábios. O ideal é que a sissie desenrole toda a camisinha utilizando apenas a boca, mas se o pênis for grande, é permitido utilizar a mão para completar o serviço. Mas lembrem-se: quanto mais conseguirem colocar o pênis garganta abaixo, mais prazer darão aos seus senhores.

Ela falávamos e nós olhávamos impressionadas. O pênis do homem era enorme, mas a gêmea conseguia colocar a camisinha toda utilizando apenas a boca.

A seguir, Madame mostrou como chupar o pênis.

- Vejam como se começa. A sissie deve abocanhar a cabecinha e dar uma sugada forte, para que o sangue se concentre ali, para só então começar a mover a cabeça, jamais esquecendo de sugar como se quisesse tirar leite que, no final, é o que conseguirão se forem hábeis o suficiente. Outra técnica é ficar com a cabeça parada, enfiar metade do pênis na boca e fazer movimentos de sucção com as bochechas.

Depois da demonstração, chegou a vez de irmos para a prática.

sábado, 11 de agosto de 2012

Castidade

Diário de uma sissie - parte 26 - o castigoo de suzy

Chegou o jantar e todas nós sabíamos que Suzy seria castigada de alguma maneira e estávamos ansiosas para saber o que aconteceria.

Quando estavam todas à mesa, Madame Pietra bateu palmas e uma das gêmeas trouxe uma caneca enorme, com pelo menos um litro de porra e colocou na frente de Suzy. Eu estavam a uns dois metros dela, mas mesmo assim podia sentir o cheiro forte de porra.

- Hoje uma de nossas alunas cometeu um erro na lição de humilhação pública. Foi-lhes dito expressamente que em nenhum momento deveriam retirar a calcinha. Suzy cometeu esse erro e por isso será castigada. Deverá beber de um só gole todo o conteúdo dessa caneca, ou sofrerá castigo maior.

Coitadinha da Suzy. Embora estivesse acostumada a engolir porra, acho que ela nunca vira tanto creme junto. E deveria tomar de um só gole! Heroicamente, ela entornou a caneca na boca. Um pouco de porra escorria da boca, formando uma espécie de gosma no pescoço. Ela foi tomando, foi tomando... quando já havia passado da metade, não agüentou mais e parou para tomar fôlego. O nariz, a boca e até o cabelo estavam sujos de porra. Ela respirou fundo e voltou a entornar a caneca. Dessa vez foi até o final.

- Agora lamba! – ordenou Madame.

Incapaz de desobedecer, Suzy passava o dedinho na caneca e chupava, única forma de tomar toda a porra que tinha se acumulado no fundo e nas laterais da caneca.

Mas Madame Pietra não ficou satisfeita. Como ela não tomou todo o creminho de um só gole, como fora ordenado, Madame colocou uma coleira em Suzy e passou o resto da noite passeando pela escola com sua cachorrinha.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Tia Vanda – parte 25 – A história de Suzy



Suzy havia me chamado atenção pela beleza e suavidade de sua pele. Era alta, morena clara e tinha olhos castanhos e cabelos longos da mesma cor. Perguntei-lhe o que fazia para ter uma pele tão bonita, qual era o seu segredo.

- Porra, querida. – respondeu ela. Muita porra.

E me contou sua história. Ela disse que conheceu pela internet uma rainha que queria um rapaz para transformar em uma puta totalmente depravada. Um dia eles se encontraram e se deram tão bem que acabaram vivendo juntos, numa relação 24/7. Rainha Tânia gostava de vesti-lo de menina e come-lo com um consolo de cintura, mas um dia se cansou disso e levou um rapaz para a sessão.

Ela ordenou que Suzy chupasse o rapaz até ele gozar, pois queria ver a sua putinha engolindo porra. Suzy fez isso tão bem que não só engoliu, como ainda chupou e lambeu o rapaz até que seu pau ficasse completamente limpo.

A rainha ficou tão empolgada com o resultado que resolveu realizar uma grande fantasia: transformar sua sissie em uma devoradora de porra.

Antes de mais nada, ela arranjou uma dúzia de jovens rapazes. Nenhum deles já havia transado e muitos deles ainda não sabia nem mesmo se masturbar e por isso tinham muito sêmen acumulado.

Foi na boca de Suzy que muitos deles gozaram pela primeira  vez. Eram rapazes tão viris que chegavam a gozar até quatro vezes ao dia e seu gozo era um verdadeiro jorro de esperma

No começo, Rainha Tânia deixava que eles comessem Suzy à vontade, mas logo percebeu que eles gozavam rápido, o que era um grande desperdício de sêmen. Assim, eles passaram a só ter permissão para comer o cuzinho de Suzy depois de terem gozado pelo menos três vezes.

A principal função dos rapazes era providenciar esperma para a dieta de Suzy. Assim que acordava, ela tinha de tomar leitinho quentinho, o que significava que ela tinha de chupar três ou quatro rapazes até que eles gozassem em sua boca.

Em seguida ela masturbava os outros e guardava a porra em uma vasilha.

A seguir, Suzy começava a limpar a casa. Ela fazia isso com um shortinho tão curtinho e rebolava tanto que logo um dos rapazes estava excitado de novo e a chamava. Quando não o chupava e engolia sua porra, ela o masturbava e recolhia o leitinho na vasilha.

Na hora do almoço, os pratos de Suzy eram sempre muito apetitosos e sempre levavam o conteúdo recolhido na vasilha: macarrão ao molho de porra, salada temperada com porra, e para beber um generoso caneco de suco de porra, que consistia em porra batida até ficar cremosa e espumante. Um dos rapazes sempre providenciava uma sobremesa fresquinha, masturbando-se sobre uma vasilha com leite moça ou goiabada.

- Ah, você não sabe como goiabada fica gostosa misturada com leitinho de macho. – confidenciou-me Suzy.

Depois do almoço, Suzy ajeitava a cozinha e terminava o serviço da casa.

Ali pelas quatro horas ela já havia terminado o serviço e tomava café com creme de chantili de porra. Depois disso, como a maioria dos rapazes já havia produzido a sua cota diária de esperma (inclusive o suficiente para o jantar), estavam liberados para comer o seu cuzinho.

- No começo eram todos os 12 querendo comer o meu cu. – disse Suzy. Doze, já pensou? Com o tempo, eles foram diminuindo o fogo e só metade queria me comer. Um dia só três quiseram comer o meu cuzinho, o que me deixou muito tristinha.

terça-feira, 13 de março de 2012

Chica

Diário de uma sissie – parte 24 – Lição de humilhação pública

Madame Pietra tinha um prazer especial em humilhar publicamente suas sissies e era particularmente  criativa para inventar novas formas de humilhação, que depois apressava-se em compartilhar com outros senhores e senhoras.
Naquela tarde, ela estava muito curiosa para saber o resultado de um novo tipo de humilhação que havia inventado.
Nós todas vestimos vestidinhos curtinhos, com belos detalhes em renda e crochê. Além disso, pouco antes da humilhação, tínhamos de colocar uma calcinha especial. Aparentemente, era uma calcinha normal de algodão, com detalhes em renda vermelha e estampa de corações e ursinhos, mas tinha um mecanismo especial que logo veríamos em ação. Clarinha seria a primeira.
Ela foi orientada a entrar em um mercadinho e fazer diversas compras.
Quando saiu do mercado, as mãos ocupadas com diversos pacotes, o elástico da calcinha cedeu e caiu aos pés de Clarinha. A pobre coitada não sabia o que fazer. Por fim, resolveu vir andando em nossa direção. A calcinha em seus pés atrapalhava muito, fazendo com que ela desse passinhos curtos e desajeitados. Os cem metros que nos separavam pareceram quilômetros e, para piorar, várias pessoas na rua apontavam para Clarinha e riam baixinho.
Madame Pietra sorriu com o resultado.
Minha vez foi ainda mais humilhante. Na hora em que a calcinha cedeu, eu fechei as pernas e me inclinei para tentar levanta-la. Eu estava com um pacote de papel cheio de laranjas e, quando me inclinei, algumas laranjas caíram. Quando me abaixei para pegar as laranjas, minha bundinha apareceu. Nós tínhamos sido orientadas para, sempre que nos abaixássemos, manter as pernas eticadas e com isso expor ainda mais a bundinha. Devo ter exposto algo mais, pois ouvi alguém gritar:
- Ei, é uma bichinha!
Esse comentário foi seguido de gargalhadas altas que me fizeram ficar vermelha. Tentei me apressar, mas isso deixou meu passo ainda mais atrapalhado. Levei mais tempo ainda para chegar até Madame Pietra.
Nós tínhamos sido orientadas para não tirar a calcinha. Essa ordem foi ignorada por uma das alunas chamada Suzy. Assim que a calcinha caiu, ela deixou cair os pacotes e começou a ouvir risadas. Fico tão desesperada que tirou a calcinha e veio correndo em nossa direção.
Madame Pietra avisou-a:
- Prepare-se para o castigo!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Diário de uma sissie – parte 23 – A história de Domenique

Eu e Domenique ficamos tanto tempo juntas, com as bundinhas grudadas, que acabou florescendo uma linda amizade.

Ela me contou que foi criada em uma família conservadora, mas que sempre tivera grande interesse pelas coisas femininas. Ficava horas olhando a maneira como as mulheres andavam, conversavam e até como se sentavam.

Quando estava sozinha em seu quarto, passava horas, imitando-as e fazendo tudo para parecer com elas.

Uma vez seus pais saíram, e ele aproveitou para experimentar todas as roupas da irmã. Gostava especialmente as roupas da escola, que achava singelas e elegantes. Mas esses momentos felizes eram poucos. A maior parte do tempo tinha de parecer um menino másculo, grosso e autoritário, muito diferente da maneira delicada, feminina e submissa que ele gostava de ser.

O tempo passou e ele estudou muito e conseguiu um ótimo emprego. Aos olhos de todos, era um homem realizado, mas sentia-se frustado.

Ele tentou arranjar namorada, mas o namoro inevitavelmente acabava pela incapacidade dele de lhes contar suas fantasias.

Quando já tinha bastante dinheiro, ele comprou um apartamento e o transformou em um refúgio.

Comprava por catálogo os mais variados tipos de roupas e calçados, até mesmo lindos vestidos de gala e, enquanto estava só em casa, só usava roupas femininas. O fato de ser descendente de orientais fazia com que tivesse poucos pelos, o que facilitava a depilação.

- Nas noite em que estou sozinha em casa, eu me sinto uma verdadeira mulher, mas me sinto muito triste por não ter ninguém para compartilhar meus sonhos. Vim para a escola porque era uma ótima forma de compartilhar minhas fantasias com pessoas que me entendem. Estou de férias e fiz isso como uma forma de presente para mim mesma. Além disso, ouvi dizer que Madame Pietra costuma dar uma de cupido, conseguindo senhores ou senhoras para sissies solitárias.

Domenique queria encontrar alguém que a compreendesse e aceitasse o fato dela não poder abdicar de sua vida masculina.

Ao final do relato, chorei emocionada e desejei do fundo do coração que ela encontrasse uma senhora.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sissies





Chica








Diário de uma sissie 22 – O castigo de Penélope e Domenique

Como castigo, tivemos de servir o almoço vestidas de empregadinhs, mas isso era só o início. Assim que terminamos de lavar as louças, começou a humilhação de verdade. Nós fomos colocadas nuas de costas uma para a outra e as gêmeas pegaram um consolo de duas pontas. Uma ponta foi colocada no cuzinho de Domenique, e a outra no meu. Esse consolo tinha uma espécie de cinta, que o prendia a nossas cinturas e deixava nossa bundas coladinhas. Tinha ao mesmo tempo um mecanismo que o fazia  vibrar como uma batedeira.
Tivemos de fazer todo o serviço da casa assim, de bundinha colada, com enormes consolos enfiados em nossos rabos. Tínhamos de ter grande coordenação para conseguirmos fazer alguma coisa. Para varrer, por exemplo. Tínhamos de varrer de lado, senão uma sujava o que a outra já tinha limpado.
A parte mais difícil era quando tínhamos de nos abaixar para fazer algo. Se uma se abaixasse antes da outra, isso se tornava muito doloroso. Tínhamos de inclinar o tronco e ir abaixando devagarinho as pernas até ficarmos em posição de dois cachorrinhos que acabam de cruzar.
Para piorar, as meninas aproveitavam para fazer chacota de nós. Diziam que éramos cadelas no cio.
Foi muito humilhante, mas a humilhação em conjunto fez com que eu e Domenique nos tornássemos grandes amigas.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Rainhas






Ela me convenceu a dar o cu

Quando eu era adolescente, participava de um grupo de teatro de minha cidade. Quem já fez teatro sabe que é a putaria, todo mundo come todo mundo. Mas eu era o mais comportado e o mais ajuizado, tanto que era sempre o responsável pelo dinheiro. Era eu que recebia e distribuía o pagamento pelas apresentações. Todo mundo tinha confiança em mim, mas também era verdade que todos os homens do grupo queriam trepar comigo. Afinal, eu era uma espécie de troféu inatingível.
Uma vez fomos participar de um encontro de teatro em uma cidade próxima. Ficamos na casa do presidente da associação de teatro.
O primeiro dia foi dedicado a debates e na parte da noite assistimos a uma palestra sobre sexo. O palestrante dizia que a mulher tem cromossomos XX e o homem cromossomos XY e por isso todo homem era, no fundo, homossexual. Durante toda a palestra ele não tirou os olhos de mim, tanto que comecei a ficar encabulado.
Quando terminou a explanação, ele disse que estava muito tenso e se ofereceu para me fazer uma massagem no ombro. Ficou bem claro que ele estava doido para me traçar.
Quando chegou a hora de dormir, todo mundo foi para a parte de cima, onde ficavam os quartos e logo percebi que ia ser a maior putaria.
Preferi ficar em um quartinho pequeno, debaixo da escada, um local que deveria ser, originalmente, uma despensa, mas dava para dormir tranqüilamente. Desenrolei meu colchonete e dormi à vontade.
No dia seguinte, percebi que uma garota estava de olho em mim e me acheguei. Não demorou muito já estávamos aos beijos, mas escondido, pois ela era casada e queria sigilo.
De noite fui dormir no meu quartinho debaixo da escada e ela foi para lá comigo. Quando a casa ficou silenciosa, começamos os beijos e amassos.
Eu estava beijando os seios dela quando ouvimos a porta do quarto se abrindo. O cara que tinha feito a palestra no dia anterior meteu a cabeça para dentro, mas quando viu ela, foi logo se desculpando:
- Desculpe, errei de porta.
Era uma desculpa totalmente esfarrapada, pois o quarto dele ficava no segundo andar. Era óbvio que ele tinha esperado todo mundo dormir para me pegar no quarto sozinho.
- Errou uma ova. – disse a minha companheira. Mas não se preocupe, entre aqui com a gente...
Ele ficou parado na porta, indeciso sobre o que fazer.
- Vem, entra logo e fecha a porta antes que alguém veja! – disse ela.
Finalmente ele tomou coragem e entrou.
Olhei para ela como que perguntando o que estava acontecendo e ela me tranqüilizou:
- Calma, não se preocupe. Você vai gostar.
O rapaz se aproximou e ficou de joelhos no colchonete.
Ela abaixou o short dele, revelando um belo cacete, comprido e fino.
- Chupa o cacete dele, chupa! – cochichou ela no meu ouvido.
- O quê?
- Vai, chupa ele! Você não quer comer a minha xoxota? Só vou te dar se você chupar o pau dele...
Eu tava doido para comer ela e acabei cedendo. Peguei timidamente o pau dele. A cabeça latejava
- Beija a ponta do pau dele, beija. – comandava ela.
Aproximei-me e dei um beijo rápido.
- Não, beija com vontade! Quero ver você dar um beijo apaixonado. Imagina que é a minha boca que você está beijando...
Aproxime novamente a boca e dei um beijo demorado, abocanhando toda a ponta da pica e sentido o gosto do esmegma que já começava a lambuzar o pau dele.
- Beija, beija mais. – incentivava ela.
Fui beijando mais, passando da cabeça para o mastro e para o saco, percorrendo cada centímetro daquele caralho com beijos molhados e barulhentos.
- Agora lambe. – comandava a minha namorada. Começa lambendo o bico, onde tem essa boquinha. Mete a ponta da tua língua no boquinha do pau dele e vai lambendo. Agora lambe toda a cabecinha e a dobra da cabecinha.
Ela ia dizendo e eu ia obedecendo. O líquido transparente que saía do pau dele se misturava com a minha saliva e aquela mistura gosmenta ficava grudada entre a minha língua e o pau dele quando eu afastava a língua.
- Agora chupa. Coloca a cabeça do pau dele na boca...
Envolvi toda a cabeça do cacete com os lábios e achei estranha a textura da peles, com um morango.
- Chupa forte. – comandava ela. Chupa como se estivesse mamando no pau dele.
Enquanto eu chupava, percebi que ela tirava minha cueca. O cara gemia de tesão.
- Vai, chupa tudo e movimenta a cabeça para ele ter a impressão de que está fodendo uma boceta.
Ela dizia isso e, ao mesmo tempo, acariciava a minha bunda e o meu pau. Então ela se colocou abaixo de mim e começou a chupar o meu pau. Ao mesmo tempo, ela meteu um dedo na xoxota, molhando-a bem e depois começou a acariciar a entradinha do meu cu. Ela fazia pequenos círculos na entradinha e cutucava, ameaçando penetrar. Quando eu menos esperava, ela meteu tudo no meu rabo.
Ficamos um bom tempo assim: eu chupando o cara ela me chupando, ao mesmo tempo que metia o dedo no meu cu e se masturbava.
Quando ela se cansou dessa posição, saiu de baixo de mim e disse no meu ouvido:
- Deixa ele te comer, deixa...
Arregalei os olhos e fiz que não com a cabeça. Ela falou de novo, dessa vez muito sensual, como um gato ronronando:
- Vai, deixa ele te comer que deixo você comer a minha xaninha...
Ela falava e passava a língua na minha orelha, me causando estremecimentos de tesão.
Finalmente aceitei. Ela me ajeitou, colocando-me de quatro, com a bunda virada para a porta.
Ele se colocou atrás de mim e ela preparou o meu buraquinho, passando nele a lubrificação que saía aos montes de sua xana. Depois abriu a minha bunda, deixando meu cu exposto, à disposição do caralho do outro. Para facilitar a penetração, ela ia direcionando com a mão a pica na direção da minha entradinha.
Senti a ponta do caralho forçando caminho entre minhas pregas, até entrar toda a cabecinha.
A minha amiga me estimulava, falando no meu ouvido:
- Faz força como se estivesse cagando que entra tudo...
comecei a fazer força e quando percebi, ele já tinha metido tudo. Ele então pegou a minha cintura e começou a bombar o meu cu.
- Vai, mete no cu dele, mete. – dizia minha amiga.
Quanto mais ela falava, mais rápido ele metia.
Então ela se meteu debaixo de mim e me ofereceu a sua xoxota.
Fazia muito tempo que eu não transava e meter naquela caverninha quentinha era um paraíso, ainda mais com um cacete metido no meu rabo. Tanto que comecei a meter e tirar, ao mesmo tempo que, com esse movimento, o caralho entrava e saía do meu cu.
- Vou gozar. – anunciou ele, tirando o cacete e esporrando na minha bunda.
Também não demorei muito para gozar, encharcando de porra a xoxota da minha amiga, que gemia, em orgasmos múltiplos. Caímos os três no colchonete e fiquei entre os dois, acariciando o cacete de um e a buceta de outra. Começamos a conversar e ela me disse que não tinha sido uma coincidência. O rapaz tinha gostado de mim e ela tinha armado para que eu o deixasse me enrabar. Por outro lado, ela também queria sentir o gosto do meu pau na sua xana e o resultado era o que tinha acontecido.
- Brava comigo? – perguntou ela.
- Como eu poderia estar bravo com você? Essa foi a melhor transa que já tive...
E assim dormimos abraçados, ele roçando a minha bunda e eu roçando a bunda dela...

Sardax